Este produto é um revestimento impermeabilizante ecológico, elaborado a partir de uma base de betume emulsionado catiônico, com a utilização de vários polímeros de alta qualidade como agentes modificadores compostos, e refinado através de uma fórmula científica.
Classificam-se em Tipo I e Tipo II, consoante o desempenho.
PB – Revestimento impermeabilizante de asfalto modificado com polímeros para estradas e pontes; L – Aplicação a frio à base de água
Os produtos são identificados por ordem de nome, modo de utilização, categoria e número de norma.
Exemplo: O revestimento impermeabilizante à base de asfalto modificado com polímeros à base de água para pontes e estradas do Tipo I é identificado como:
Revestimentos impermeabilizantes para estradas e pontes PB L I JC/T 975-2005
A aplicação é feita por pincel ou pulverização.
Limpeza da base
Revestimentos pulverizados: limpeza, inspeção e aceitação
Aplicação da camada de proteção
Requisitos de base:
◎ A superfície deve ser sólida e plana; quando for utilizada argamassa de cimento para nivelar, é necessário garantir uma cura adequada, não devendo apresentar sinais de fragilidade, desagregação ou descamação, devendo estar em conformidade com os requisitos do projeto.
◎ A superfície do betão deve ser submetida a um tratamento de rugosidade, fresagem ou jateamento.
◎ O teor de humidade da superfície da ponte não deve ser superior a 15%.
Aplicação do revestimento: pode ser aplicada com pincel, rolo ou pulverização, devendo ser aplicada em camadas, de preferência em 3 a 4 demãos. A demão seguinte deve ser aplicada após a anterior ter solidificado e formado uma película, com a direção de aplicação perpendicular à da demão anterior.
◎ Antes de utilizar, deve agitar bem a tinta.
◎ A temperatura de aplicação deve situar-se entre 5 e 35 ℃.
◎ A camada impermeabilizante só pode ser pavimentada com asfalto depois de estar completamente seca.
◎ Antes de a camada de revestimento estar seca e de se proceder à colocação do betão asfáltico, evite rigorosamente que seja pisada ou que os veículos nela circulem.
◎ É necessário reforçar os tratamentos de impermeabilização das juntas de dilatação do tabuleiro da ponte, das juntas de dilatação dos parapeitos de proteção e das saídas de drenagem do tabuleiro da ponte.
Adequado para obras de proteção contra a corrosão, impermeabilização e resistência à infiltração em pontes e auto-estradas.
Norma de aplicação: JC/T 975-2005 «Revestimentos impermeabilizantes para estradas e pontes»
Características gerais das tintas
| N.º | Projeto | Indicadores técnicos da PB | ||
| Tipo I | Tipo II | |||
| 1 | Teor de sólidos, % ≥ | 45 | 50 | |
| 2 | Tempo de secagem superficial, h ≤ | 4 | ||
| 3 | Tempo de execução, h ≤ | 8 | ||
| 4 | Resistência ao calor, °C | 140 | 160 | |
| Sem escorrimento, deslizamento nem pingos | ||||
| 5 | Impermeabilidade, 0,3 MPa, 30 min | impermeável | ||
| 6 | Resistência à tração, MPa ≥ | 0.50 | 1.00 | |
| 7 | Taxa de alongamento na ruptura, % ≥ | 800 | ||
| 8 | Flexibilidade a baixas temperaturas, ℃ | -15 | -25 | |
| Sem fissuras | ||||
|
9 |
Tratamento com sal |
Taxa de retenção da resistência à tração, % ≥ | 80 | |
| Taxa de alongamento na ruptura, % ≥ | 800 | |||
| Flexibilidade a baixas temperaturas, °C – sem fissuras | -10 | -20 | ||
| Aumento da massa, % ≤ | 2.0 | |||
|
10 |
Envelhecimento térmico |
Taxa de retenção da resistência à tração, % ≥ | 80 | |
| Taxa de alongamento na ruptura, % ≥ | 600 | |||
| Flexibilidade a baixas temperaturas, °C – sem fissuras | -10 | -20 | ||
| Coeficiente de dilatação térmica, % ≤ | 1.0 | |||
| Perda de massa, % ≤ | 1.0 | |||
| 11 | Resistência de aderência do revestimento ao betão de cimento, MPa ≥ | 0.40 | 0.60 | |
Desempenho na aplicação de tintas
| N.º | Projeto | Indicadores | |
| I | II | ||
| 1 | Resistência ao cisalhamento a 50 °C, MPa ≥ | 0.15 | 0.20 |
| 2 | Resistência de aderência a 50 °C, MPa ≥ | 0.05 | |
| 3 | Resistência à infiltração após a compactação a quente | 0,1 MPa, 30 min sem infiltração de água | |
| 4 | Capacidade de deformação das juntas | 10 000 ciclos sem danos | |